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09/11/2009

Natal: Enfeite para levar para casa


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Passeando pela net encontrei diversas ideias interessantes de enfeites de natal para confeccionar com as crianças, mas este aqui achei demais!
Simples, fácil e personalizado! O molde é feito com a mão da criança!

03/11/2009

Musculação para crianças


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O Fantástico desta semana mostrou uma reportagem sobre um menino de cinco anos super forte e musculoso. A pergunta que fica é: faz mal?

Segundo o médico da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva, Antônio Cláudio Nobrega. "Se pode fazer qualquer tipo de exercício em qualquer idade. Crianças, adultos e idosos. O que se tem que respeitar é o tamanho do stress colocado - explica - com o que o indivíduo é capaz de fazer"

E o médico está corretíssimo!

O texto abaixo é  um trecho de uma matéria que escrevi para a Revista Sport Life de Julho de 2007 intitulada: Musculação para todas as idades.

O que é musculação?

É o termo mais utilizado para se referir ao treinamento com pesos. Não se trata de uma modalidade esportiva, mas de uma forma de treinamento físico através de exercícios resistidos ou contra-resistência , embora existam outras formas de oferecer resistência ao músculo sem utilização de pesos. A principal capacidade física desenvolvida com a musculação é a força. Trata-se de uma atividade segura, onde o risco de lesões é muito reduzido.

Benefícios:
Os principais benefícios do aumento da força muscular são: facilitar a execução de atividades cotidianas, permitir melhor performance na prática esportiva, diminuir a sobrecarga nas articulações diminuindo o risco de lesões. Além disso a musclação contribui para o controle ponderal e doenças associadas e no controle da osteoporose.

Quem pode fazer musculação?
A princípio qualquer pessoa de qualquer idade que não tenha restrição médica para a prática de exercícios. Mesmo indivíduos com alguns problemas de saúde e restrições quanto à execução de determinados movimentos podem praticá-la, pois há controle dos movimentos, sobrecarga e quantidade de repetições.

Infância – Até 11 anos
Ao contrário do que muitos imaginam crianças podem fazer musculação! A maior crítica é sobre a possibilidade da musculação causar lesões na cartilagem responsável pelo crescimento (localizada nos ossos longos como os das pernas e dos braços). Contudo estudos já mostraram que não foram encontradas alterações. É mais fácil uma criança lesionar essa cartilagem em brincadeiras cotidianas do que fazendo musculação! Um ponto importante e que deve ser de conhecimento de quem trabalha com crianças é que elas têm os ossos mais moles e que estes podem sofrer deformações quando submetidas à sobrecargas altas. Por outro lado a aplicação de cargas adequadas proporciona o estímulo do crescimento, graças as forças de compressão. Lesões a parte, nessa idade existe um universo enorme de atividades que são mais atrativas para as crianças, nas quais a força pode ser trabalhada de forma divertida, através de jogos e brincadeiras. É preciso que o professor seja experiente e tenha bons conhecimentos do desenvolvimento infantil para dosar a sobrecarga de forma a não prejudicar a saúde das crianças.

  • Até 8 anos: Trabalhar com o peso do corpo;
  • De 8 a 11: Utilizar técnicas de levantamento;
  • Evitar exercícios em que se elevem pesos acima da cabeça;
  • Priorizar movimentos que exijam músculos maiores (peitorais, dorsais e musculatura da coxa).
Pré-adolescência – de 12 a 14 anos
Nesta fase a musculação pode ser utilizada como complementação na prática de modalidades esportivas. Pode ser introduzida nas aulas de Educação Física por tratar-se de uma atividade física que faz parte da cultura corporal do brasileio, de qualquer forma outras atividades e exercícios devem ser estimulados nesta fase. A preocupação com a possibilidade de deformação óssea continua, pois os ossos ainda são mais moles do que dos adultos, por isso o controle da sobrecarga deve ser feito com muito cuidado. O aumento de força ocorre pela entrada na puberdade e inicio da produção hormonal, principalmente de testosterona.

  • Treinos devem ter entre 20 – 30 min de 2 - 3 vezes por semana;
  • Realizar até 15 repetições;
  • Não utilizar cargas muito altas antes do estágio 5 da escala de Tanner (escala que indica grau de maturação, informe-se com o médico)
  • Priorizar exercícios simples, que utilizem uma articulação;
  • Devem ser priorizados os músculos grandes;
  • Ensinar o uso correto da sala e dos equipamentos;
  • Evitar exercícios em que se elevem pesos acima da cabeça;
  • Atenção ao equilíbrio muscular, trabalhar músculos agonistas e antagonistas (ex.: bíceps e tríceps)
  • Não dispensar o alongamento e o aquecimento.
ATENÇÃO: Crianças não são adultos em miniatura!!!!

Adolescência – de 15 a 19 anos
Os treinos se aproximam ao treino do adulto.

  • Treinos devem ter entre 20 – 40 min de 2 - 4 vezes por semana;
  • Realizar até 15 repetições;
  • Não utilizar cargas muito altas, aumentá-las gradativamente;
  • Não dispensar o alongamento e o aquecimento.
Benefícios da musculação para crianças e adolescentes
  • Aumento da resistência muscular;
  • Diminuição das lesões relacionadas ao esporte e atividades de recreação;
  • Melhor performance no esporte;
  • Melhor coordenação motora;
  • Melhor controle postural;
  • Aumento da densidade óssea;
  • Aumento do condicionamento físico;
  • Melhoria da composição corporal.
Riscos da musculação para crianças e adolescente
  • Fraturas ósseas - na fase do crescimento, mais comum anos em meninos de 12 a 14 anos e meninas de 10 a 13 anos. As sobrecargas altas nesta fase aumentam o risco de fraturas;
  • Distensões musculares – previne-se fazendo alongamento e aquecimento prévio e evitando sobrecargas altas;
  • Lesões causadas por desequilíbrio muscular;
  • Lesões causadas por má utilização dos equipamentos.

23/10/2009

Passo a passo: Brincando de cabaninha!


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Aprenda a fazer essa cabana que o artesão Peter Paiva ensinou no programa Mais Você de 23 de julho de 2009. Super simples e muito legal! As crianças podem ajudar!!!
Material:

- Cinco cabos de vassoura ou bambu no tamanho de 1,5m
- Cordão para amarrar os cabos
- Tecidos de cores variadas (xita e juta)
- Cola quente
- Tesoura

Pondo a mão na massa...
- Com o cordão, amarre todos os cabos de vassoura
- Coloque-os de pé e deixe-os com uma distância de 7cm entre um cabo e outro
- Corte os tecidos no tamanho de 72cm X 10cm (quanto maior a barraca, maior o tecido)
- Cole os tecidos e coloque-os nos cabos de vassoura
- Com a tesoura, corte o tecido da frente. Ele será a porta da barraca

Na dúvida, assista ao vídeo!



19/10/2009

Lutas na Educação Física


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As aulas de Educação Física devem proporcionar o contato com os mais diversos tipos de movimento. Um bom currículo oferece além dos jogos, brincadeiras, habilidades motoras, condicionamento físico, esportes e dança, a luta.
Sim, luta! Aqui não chamo de artes marciais pois nem sempre há um professor especialista disponível, mas não é por isso que devemos deixar a luta de fora.
Há quem esteja perguntando: ensinar lutas não deixaria as crianças mais violentas? E eu afirmo, com toda a certeza, que quando bem trabalhado o efeito é justamente o oposto.
A violência está presente no dia a dia das crianças, nos desenhos animados, nos filmes, novelas, em alguns livros, na música e elas assimilam essa violência como fazem com todo o resto: reproduzem em suas brincadeiras.
Então, é isso que vamos ensinar, luta é diferente de briga, vamos ensinar às crianças jogos e brincadeiras de lutar. Sem violência, com regras. Um dos maiores, se não o maior legado das artes marciais é o respeito ao próximo, a disciplina e o respeito às regras sociais.
É importante como em qualquer outro tema a ser trabalhado fazer a fundamentação, discutir com as crianças sobre o tema. Questionar o que são Artes Marciais, quais que elas conhecem, se sabem as regras, etc.

O jogo que vou ensinar pode ser usado como parte da aula de educação física, ou ser a atividade principal quando o tema abordado for luta.

Desafio do círculo

Objetivo: Trabalhar equilíbrio

Desenhe no chão vários círculos do tamanho de bambolês (ou use bambolês), em número menor do que o de crianças.

Determine uma tarefa a ser cumprida, pode ser uma corrida, transpor um obstáculo, fazer exercícios de condicionamento, qualquer tarefa. Aqueles que forem acabando, escolhem um círculo e ficam dentro dele, com as mão para trás.
Quando todos os círculos estiverem cheios, o próximo que cumprir a tarefa, deverá escolher um círculo e desafiar seu ocupante.
O desafio consiste em tirá-lo de dentro do círculo sem o uso das mãos. O desafiante deve entrar no círculo, colocar as mãos para trás, como o desafiado e tentar tirá-lo do círculo usando apenas o peso do corpo, tentando desequilibrar o adversário. Perde quem pisar primeiro do lado de fora, que deverá cumprir novamente a tarefa e escolher alguém para desafiar.

11/10/2009

Diabetes não é coisa só de gente grande!


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Este texto faz parte da postagem coletiva pelo Dia Nacional de Combate à Obesidade promovida pelo Infobeso - Um Blog de Peso.
 
O Diabetes é uma das doenças associadas à obesidade e está sua incidência vem aumentado muito nas crianças, para entender porque isso vem ocorrendo e preciso antes de mais nada compreender como a doença funciona.

Diabetes é uma doença causada de duas maneiras: pela alteração na produção do hormônio insulina pelo pâncreas ou por uma resistência do organismo à ação desse hormônio. A função da insulina é transformar o açúcar (glicose) que ingerimos em energia, portanto a liberação desse hormônio depende da quantidade de açúcar ingerido. Quanto maior a quantidade de açúcar, mais o pâncrea precisa trabalhar para produzir insulina. Entenda por açúcar, não apenas aquela substância branca, refinada que usamos para adoçar os alimentos, mas também todo o tipo de carboidrato, que metabolizado pelo organismo é transformado em açúcar (glicose). Os carboidratos estão presentes na maioria dos alimentos que ingerimos (doces, raízes, farinha, macarrão, arroz, frutas, biscoito, pão, bebidas alcoólicas).

Quanto ingerimos os alimentos, eles são quebrados e transformados em substâncias menores, uma delas é a glicose. Essa glicose fica circulando pelo sangue e deve ser enviada para dentro das células para ser transformada em energia para o funcionamento do organismo. Quem tem o papel de levar a glicose até a célula é a insulina. Quando o organismo tem deficiência na produção de insulina, a glicose continua na corrente sanguínea, é como se não soubesse o caminho até a célula, então temos o diabetes do tipo 1. Algumas vezes o organismo produz insulina suficiente que leva a glicose até a célula, mas quando chega lá encontra resistência e não consegue entrar. É o diabetes do tipo 2.

Diabetes tipo 1: Era o mais comum em crianças, também conhecida como diabetes infantil. Pode aparecer até os 30 anos, mas é entre os 5 e 7 anos que é descoberta com mais frequência. É causada pela deficiência do pâncreas em produzir insulina. Neste tipo de diabetes o tratamento é feito à base de injeções diárias (geralmente de 2 à 4) de insulina e controle rígido dos níveis de glicose no sangue.

Diabetes tipo 2: Neste tipo, ainda que a produção de insulina seja normal, as células resistem à sua ação. Tem um fator hereditário maior que tipo 1 e aparecia apenas em adultos. Sim, o diabetes tipo 2 está cada vez mais comum em crianças e um dos principais fatores para essa ocorrência é a obesidade infantil. O tratamento é feito através de uma dieta rígida, exercícios e, às vezes, medicamentos.

Porque a diabetes tipo 2 está aparecendo cada vez mais cedo?

Imagine a célula como se fosse uma casa. A insulina chega lá e toca a campainha, o glicotransportador que faz a função de porteiro, vem e abre a porta para a glicose entrar. Agora imagine que o porteiro recebe seu salário para abrir a porta  um determinado número de vezes no decorrer da vida. De repente a insulina começa a fazer visitas cada vez mais frequentes àquela casa até que o glicotransportador, começa a não abrir mais a porta, ficou saturado, ele já cumpriu com a sua obrigação. A partir desse momento é preciso pargar hora extra para ele, e isso se faz através de exercícios que estimulam o seu funcionamento, controle alimentar para diminuir a demanda de glicose e quando necessário medicamentos.

Assim fica fáci entender porque a diabetes tipo 2 está aparecendo em crianças. Há relatos de crianças com 10 anos sofrendo dessa patologia. A má alimentação, o excesso de comidas pobres em nutientes, mas cheias de açúcares e carboidratos e a diminuição de exercícios físicos são os responsáveis. O que os glicotransportadores, levavam muitos anos contabilizando em seu banco de horas hoje ocorre muito mais rápido. A quantidade de glicose que um indivíduo era exposto durante 40, 50 anos hoje pode acontecer em 10!

Sintomas

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes os sintomas são:
  • Muita sede;
  • Vontade de urinar diversas vezes;
  • Perda de peso (mesmo sentindo mais fome e comendo mais do que o habitual);
  • Fome exagerada;
  • Visão embaçada;
  • Infecções repetidas na pele ou mucosas;
  • Machucados que demoram a cicatrizar;
  • Fadiga (cansaço inexplicável);
  • Dores nas pernas por causa da má circulação.
Em alguns casos os sintomas não aparecem, principalmente no diabetes tipo 2.
Procure sempre a ajuda de um médico, caso tenha alguma dúvida.

Alimentação da criança com diabetes

A alimentação deve ser rica em fribras e pobre em açúcares, oa alimentos com açucares de absorção rápida devem ser retirados da alimentação e os de absorção lenta devem ser consumidos moderadamente. Para maiores informação sobre a alimentação de diabéticos clique aqui.

Prevenção

A prevenção do diabetes não tem segredo. Manter uma alimentação saudável, rica no consumo de frutas, verduras e legumes, com a quantidade adequada de carboidratos, proteínas e gorduras. Evitando alimentos de alto índice glicêmico e manter um vida fisicamente ativa. Troque as bolachas e os salgadinhos por frutas, iogurtes e até bolos simples tire seu filho da frente da tv e estimule-o a fazer atividades ao ar livre que façam com que ele se movimente. Só isso garantirá uma vida mais saudável, longe do diabetes. Não é difícil, né?
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